B R A S I L
 
     
   
  Estado:
São Paulo
   
 
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São José do Rio Preto
 
 
Quem faz História no Brasil
   
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Brasil
 
Adonias Filho
 
Jornalista, crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro, Adonias Aguiar Filho foi membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), quinto ocupante da cadeira nº 21, de 1965 a 1990; autor de vários trabalhos, entre eles destacam-se Os Servos; de 1946; Memórias de Lázaro, de 1952, e Corpo Vivo, de 1962 (trilogia que tem por pano de fundo a zona cacaueira da Bahia); O Forte, de 1965; Luanda Beira Bahia, de 1971 e As Velhas, de 1975. Atuou como jornalista e crítico de artes nos jornais Correio da Manhã, "Hora Presente", de São Paulo em 1937, no "A Manhã", nos anos de 1944 e 1945, no "Jornal de Letras", de 1955 a 1960 e do "Diário de Notícias", de 1958 a 1960. Em São Paulo, colaborou também com O Estado de S. Paulo e "Folha da Manhã". De 1946 e 1950 dirigiu a editora "A Noite"; foi diretor do Serviço Nacional de Teatro em 1954 e diretor da Biblioteca Nacional nos anos de 1961 a 1971, e da Agência Nacional do Ministério da Justiça. Vencedor do Prêmio Jabuti de 1975, categoria romance.
 
 
     
Nascimento:
› Itajuípe
BA
Data nasc.: 27/11/1915
Falecimento:
Ilhéus
BA
Data falec.: 2/8/1990
 
Adoniran Barboda
 
Músico, compositor e intérprete, Adoniran Barbosa é o pseudônimo de João Rubinato. Além de cantor e compositor atuou na radio, na década de 1940, como locutor, humorista e ator. Criou e interpretou personagem populares, cujo o estilo e linguajar aproveitaria mais tarde em composições como "Saudosa Maloca", "O Samba do Arnesto", "Trem das Onze", "Tiro ao Alvaro", "Iracema" e muitas outras musicas interpretadas por grupos com Demônios da Garoa e cantores como Elias Regina e Clara Nunes. Ele foi um dos mais expressivos e fiéis interpretes de tipos e da fala popular paulistana.
 
 
     
Nascimento:
› Valinhos
SP
Data nasc.: 6/8/1910
Falecimento:
São Paulo
SP
Data falec.: 23/11/1982
 
Aloysio Nunes
 
Aloysio Nunes Ferreira Filho, advogado; senador eleito em 3 de outubro de 2010, pelo PSDB, com 11.189.168 votos; chefe da Casa Civil do Palácio dos Bandeirantes de 1º de janeiro de 2007 a 3 de abril de 2010, secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo de 2005 a 2006; ministro da Justiça de 14/11/2001 a 31/3/2002 e ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República de 19/7/1999 a 12/11/2001; deputado federal de 1995 a 1998, de 1999 a 2002 e de 2003 a 2006, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados em 1996; vice-governador do Estado de São Paulo de 1991 a 1992, perí­odo em que foi governador em exercício por diversas vezes; secretário estadual dos Transportes Metropolitanos de 1991 a 1994; coordenador do Fórum Paulista de Desenvolvimento de 1991 a 1994; deputado estadual de 1987 a 1991 e de 1983 a 1987; um dos fundadores nacionais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em 1966 e do PMDB em 1980, vice-presidente estadual do PMDB de 1988 a 1990 e secretário-geral de 1986 a 1988. Presidente do Centro Acadêmico 11 de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1967; professor na Universidade de Besançon, França, de 1972 a 1973 e na USP de 1983 a 1985.Com o golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) e tornou-se militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), liderada pelos comunistas Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, que defendiam a luta armada contra o regime. Em 10 de agosto de 1968, Aloysio participou de assalto a trem pagador que levava dinheiro para pagar os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que controlava a linha Santos-Jundiaí, organizado pela ALN. Antes Aloysio, que usava o codinome de Mateus, havia participado de assalto a carro pagador da indústria de tratores Massey Ferguson. Ainda em 1968, Aloysio exilou-se na França. Sua permanência no Brasil era insustentável e colocava em risco as atividades da ALN. Procurado pela polícia e pela repressão polí­tica, com retrato espalhado por todo o Estado, e condenado com base na Lei de Segurança Nacional, o lí­der da ALN, Carlos Marighella, decidiu enviá-lo para a França, acompanhado de sua mulher, Vera Tude de Souza. Na França, Aloysio tornou-se porta-voz da ALN e ganhou apoio do filósofo Jean-Paul Sartre para denunciar a repressão polí­tica e a ditadura militar no Brasil. Só regressou ao Brasil em 1979, com a anistia política concedida pelo governo. Em 1981 ingressou, por concurso público, na carreira de Procurador do Estado de São Paulo.
 
Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP-Largo de São Francisco) em 1967, em Economia Política pela Universidade de Paris, Sorbone, França, em 1972, onde fez mestrado em Ciências Políticas em 1974.
 
 
     
Nascimento:
› São José do Rio Preto
Data nasc.: 04/05/1945
 
Ana Pimentel
 
Ana Pimentel, esposa de Martim Afonso de Sousa, foi procuradora relativamente aos negócios do Brasil, quando o marido partir para a Índia, a partir de 1533. Natural da Espanha, era dama de companhia da rainha D. Catarina. Foi Ana Pimentel quem, em 1534, providenciou para que se introduzisse o primeiro “gado vacum” na capitania de São Vicente e quem, em 1544, revogou a ordem do esposo, que proibia a entrada de europeus no campo de Piratininga e, assim, abriu o caminho para o sertão, facilitando a expansão bandeirante. Ela também foi pioneira no plantio e cultivo de laranja, arroz e trigo.
 
Nascimento:
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Espanha
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Falecimento:
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André Gonçalves
 
André Gonçalves Coelho; navegador português, comandou uma das naus da armada de Pedro Álvares Cabral e participou do descobrimento do Brasil em 22 de abril de 1500. Em 10 de maio de 1501, ele teria partido do rio Tejo, sendo o comandante da primeira expedição verdadeiramente exploradora da costa brasileira, que levando consigo o navegador italiano Américo Vespúcio, como auxílio técnico da expedição. Com três naus, eles chegaram à costa brasileira em 7 de agosto de 1501, ancorando os navios a 5º3’41” de latitude Sul, defronte (o atual Arraial do Marco, no Rio Grande do Norte). Dai partiram para o Sul, traçando cartas e roteiros e batizando os lugares com nomes cristãos como Cabo de São Roque (16 de agosto de 1501); o Cabo de Santo Agostinho (28 de agosto de 1501); o Rio São Francisco (4 de outubro de 1501); a Baía de Todos os Santos (a 1 de novembro de 1501); o Cabo de São Tomé (21 de dezembro de 1501); o Rio de Janeiro (1 de janeiro de 1502); Angra dos Reis (6 de janeiro de 1502); São Sebastião (20 de janeiro de 1502); São Vicente (22 de janeiro de 1502) e Cananéia. Apesar de seu nome estar citado na carta de Pêro Vaz de Caminha, há estudos como o de Moacir Soares Pereira, de 1979 (Capitães, Naus e Caravelas da Armada de Cabral) que acreditam que o nome correto do navegador é Afonso e não André Gonçalves; outros estudos são conta de que essa primeira expedição teria sido comandada por Gaspar de Lemos e não André Gonçalves.
 
Nascimento:
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Portugal
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Falecimento:
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Data falec.: ?/?/?
 
Antonio Dino da Costa Bueno
 
Advogado, professor e juiz de direito. Foi presidente (governador) de São Paulo de 27 de abril a 14 de julho de 1927 (com a morte de Carlos de Campos); presidente do Senado Paulista de 17 de julho de 1924 a 24 de outubro de 1930 e senador paulista (República Velha) de 1903/1906, de 1907/1909, de 1910/1912, de 1919/1921, e de 1928/1930; secretário do Interior do Estado de São Paulo de 1896 a 1899; diretor da Faculdade de Direito de São Paulo (USP, Largo São Francisco) de 1908 a 1912
 
Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo (USP, Largo São Francisco) em 1875.
 
Nascimento:
› Pindamonhangaba
SP
Data nasc.: 15/12/1854
Falecimento:
São Paulo
SP
Data falec.: 27/02/1931
 
Antonio Palocci Filho
 
Médico, ministro-chefe da Casa Civil do Brasil, no governo de Dilma Rousseff, de 1 de janeiro a 7 de junho de 2011; ministro da Fazenda do no governo Lula, 1 de janeiro de 2003 a 27 de março de 2006; prefeito de Ribeirão Preto de 1 de janeiro de 1993 a a 31 de março de 1996 e de 1 de janeiro de 2001 a a 31 de março de 2002; deputado federal de 1 de fevereiro de 1999 a 31 de março de 2000 e de 1 de fevereiro de 2007 até 1 de janeiro de 2011; deputado estadual de deputado estadual de 1 de fevereiro de 1990 a 31 de março de 1992 e vereador na Câmara Municipal de Ribeirão Preto de 1 de fevereiro de 1988 a 31 de março de 1989. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e presidente do PT de São Paulo de 1997 a 1998. Em 2002, recebeu o diploma de "Amigo do Livro", outorgado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), por criar um programa que abriu 80 bibliotecas em Ribeirão Preto e aumentou o índice de leitura de 2 para 9,7 livros lidos por habitante/ano). Em 2004, recebeu pela segunda vez o diploma de Amigo do Livro, ao promover a desoneração fiscal do livro no Brasil.
 
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Foto: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/files/2011/12/palocci.jpg
 
 
     
Nascimento:
› Ribeirão Preto
SP
Data nasc.: 4/10/1960
 
Ariano Suassuna
 
Ariano Vilar Suassuna, dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor; idealizador do Movimento Armorial, secretário de Cultura de Pernambuco de 1994 a 1998 e defensor da cultura do Nordeste do Brasil, professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco, fundador do Teatro do Estudante de Pernambuco e do Teatro Popular do Nordeste, em 1959, juntamente com Hermilo Borba Filho; membro fundador do Conselho Federal de Cultura, em 1967, e diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco, em 1969. Auto da Compadecida é sua obra mais famosa, encenada em teatros em todo o Brasil, foi gravada como minissérie pela TV Globo em 1999 e virou filme em 2000 sob a direção de Guel Arraes, com roteiro adaptado por Adriana Falcão. Suas principais obras são Uma mulher vestida de Sol, de 1947; Cantam as Harpas de Sião (O Desertor de Princesa) de 1948; Os Homens de Barro, de 1949; Auto de João da Cruz, de 1950; Torturas de Um Coração, de 1951; O Arco Desolado, de 1952; O Castigo da Soberba, de 1953; O Rico Avarento, de 1954; Auto da Compadecida, de 1955; O Casamento Suspeitoso, de 1957; O Santo e a Porca, de 1957; O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna, de 1958; A Pena e a Lei, de 1959; Farsa da Boa Preguiça, de 1960; A Caseira e a Catarina, de 1962; As Conchambranças de Quaderna, de 1987; Fernando e Isaura, de 1956. Também foi autor dos romances O Romance dA Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de 1971, e História dO Rei Degolado nas Caatingas do Sertão (Ao Sol da Onça Caetana), de 1976; e dos livros de poesia O Pasto Incendiado, (1945-1970); Ode, de 1955; Sonetos com Mote Alheio, de 1980; Sonetos de Albano Cervonegro, de 1985; e Poemas (antologia), de 1999. Suas obras foram traduzidas para inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês. Eleito em 1990, membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira nº 32; eleito em 1993 para a cadeira nº 18, da Academia Pernambucana de Letras, e em 2000 para a cadeira nº 35 da Academia Paraibana de Letras. Ele construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance dA Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3m50cm de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano: as três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Pernambuco, em 1950.
 
 
     
Nascimento:
› João Pessoa
PB
Data nasc.: 16/06/1927
Falecimento:
Recife
PE
Data falec.: 23/07/2014
 
Armando Marques
 
Armando Nunes Castanheira da Rosa Marques; árbitro de futebol, presidiu a Comissão Nacional de Arbitragem de 1998 a 2005; foi o mais polêmicos do árbitros de futebol, tendo apitado várias finais do Campeonato Brasileiro; sua polêmica mais famosa aconteceu em 1973 quando errou na contagem de pênaltis na final do Campeonato Paulista entre Santos FC e Portuguesa de Desportos e os dois times foram declarados campeões. Em 1993 foi apresentador de programa na TV Manchete.
 
 
     
Nascimento:
› Rio de Janeiro
RJ
Data nasc.: 06/01/1930
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 16/07/2014
 
Arthur Chioro
 
Médico sanitarista, Ademar Arthur Chioro dos Reis foi ministro da Saúde desde 3 de fevereiro de 2014 a 2 de outubro de 2015; Diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, de 2003 a 2005; secretário municipal de Saúde de São Bernardo do Campo de 2009 a 2014 e de São Vicente de 1993 a 1996; presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) por três mandatos. Professor-adjunto do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina/UNIFESP ; professor licenciado de Saúde Coletiva da Faculdade de Fisioterapia (Unisanta) e da Faculdade de Medicina (UNIMES), de Santos.
 
Formado em Medicina pela Fundação Educacional Serra dos Órgãos (UniFeso), de Teresópolis, em 1986, com Residência em Medicina Preventiva e Social pela UNESP, em Botucatu, em 1988; com mestrado em Saúde Coletiva pela Unicamp, em 2001, e doutorado em Ciências pelo Programa de Saúde Coletiva da UNIFESP, em 2011.
 
Foto: http://www.brasil247.com/images/cms-image-000355488.jpg http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Chioro http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4719967T7
 
 
     
Nascimento:
› Santos
SP
Data falec.: 5/12/1963
 
Arthur da Costa e Silva
 
Militar, foi o 27º presidente do Brasil, governou o País de 15 de março de 1967 a 31 de agosto de 1969 , segundo presidente do regime militar; marechal do Exército Brasileiro, seu governo foi marcado pelo recrudescimento da perseguição, prisão, torturas e morte de opositores do governo militar; ele editou e promulgou o Ato Institucional nº 5 (AI-5) que lhe deu poderes para fechar o Congresso Nacional, cassar políticos e institucionalizar a repressão. Foi adido militar na Argentina de 1950 a 1952, e comandou a 3ª Região Militar, no Rio Grande do Sul) de 1957 a 1959, a 2ª Divisão de Exército, em São Paulo, o IV Exército, em Pernambuco de agosto de 1961 a setembro de 1962, quando passou a chefe do Departamento-Geral do Pessoal e depois a chefe do Departamento de Produção e Obras. No governo de João Goulart reprimiu com extrema eficiência as manifestações estudantis no Nordeste; em 1963, participou ativamente da conspiração que derrubou o presidente da República João Goulart. No cargo de ministro da Guerra, foi defensor dos interesses da chamada linha dura (vertente ultradireita das Forças Armadas) e impôs-se como candidato à sucessão de Castelo Branco. Foi ministro das Minas e Energia de 4 de abril a 17 de abril de 1964; e da Guerra de 4 de abril a 15 de abril de 1964 e de 15 de abril de 1964 a 30 de junho de 1966.
 
Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre e na Escola Militar de Realengo, no Rio de Janeiro, com estágio nos Estados Unidos, de janeiro a junho de 1944.
 
 
     
Nascimento:
› Taquari
RS
Data nasc.: 03/10/1899
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 17/12/1969
 
Augusto Rademaker
 
Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald, integrou a Junta Militar, que presidiu o Brasil de 31 de agosto a 30 de outubro de 1969, com Aurélio de Lira Tavares e Marcio de Sousa Melo, durante o impedimento por doença do presidente Costa e Silva. 17º vice-presidente do Brasil de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974. Ministro da Marinha de 15 de março de 1967 a 30 de outubro de 1969 e de 4 de abril de 1964 a até 20 de abril de 1964; e Ministro dos Transportes 4 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964. Membro do "Conselho Supremo da Revolução".
 
Fez cursos de especialização realizados nos Estados Unidos, participou de operações na Segunda Guerra Mundial como comandante das corvetas "Camocim" e "Carioca" e também como encarregado geral do armamento do cruzador "Bahia".
 
 
     
Nascimento:
› Rio de Janeiro
RJ
Data nasc.: 11/5/1905
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 13/9/1985
 
Aurélio de Lira Tavares
 
Militar, engenheiro, advogado e poeta; integrou a Junta Governativa Provisória de 31 de agosto a 30 de outubro de 1969, ao lado do almirante Augusto Rademaker e do brigadeiro Márcio de Sousa Melo; Ministro-chefe da Casa Militar do Brasil de 19 de setembro de 1961 a 12 de julho de 1962 e de 12 de junho a 8 de outubro de 1963; ministro do Exército de 15 de março de 1967 a 30 de outubro de 1969; e embaixador do Brasil em Paris, França, de 1970 a 1974. Foi membro da Academia Brasileira de Letras, eleito em abril de 1970, para a cadeira nº 20; assinava suas poesias com o pseudônimo de Adelita. Autor da letra da "Canção da Engenharia" do Exército Brasileiro e das obras Domínio Territorial do Estado, 1931; História da Arma de Engenharia, 1942; Quatro Anos na Alemanha Ocupada, 1951; Território Nacional, 1955; Temas da Vida Militar, 1965; A Engenharia Militar Portuguesa na Construção do Brasil, 1965; Além dos Temas da Caserna, 1968; A Independência do Brasil na Imprensa Francesa, 1973; A Amazônia de Júlio Verne, 1973; O Brasil de Minha Geração (2 volumes, 1976-1977); Brasil-França ao Longo de Cinco Séculos, 1978; Crônicas Ecléticas, 1981; Vilagran Cabrita e a Engenharia de seu Tempo, 1981; Reminiscências Literárias, 1982; O Centenário de Augusto dos Anjos, 1984; Nosso Exército, Essa Grande Escola, 1985; e Aristides Lobo e a República, 1987.
 
Estudou na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro.
 
 
     
Nascimento:
› João Pessoa
PB
Data nasc.: 07/11/1905
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 18/11/1998
 
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