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Quem faz História no Brasil
   
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Brasil
 
Jânio Quadros
 
Jânio da Silva Quadros, advogado, professor e escritor, foi o 23º presidente do Brasil, governando o País de 31 de janeiro a 25 de agosto de 1961, dia em que renunciou ao seu mandato. Governador do Estado de São Paulo de 31 de janeiro de 1955 a 31 de janeiro de 1959 e duas vezes prefeitos da cidade de São Paulo, de 8 de abril de 1953 a a 31 de janeiro de 1955 e de 01 de janeiro de 1986 a 01 de janeiro de 1989. Ingressou na política em 1947 como suplente de vereador em São Paulo pelo Partido Democrata Cristão (PDC), assumindo como titular em 1948 com a cassação dos mandatos dos parlamentares do Partido Comunista Brasileiro (PCB); eleito deputado estadual mais votado em 1950. Em 1958, foi eleito deputado federal pelo estado do Paraná, mas não assumiu o cargo. Como governador paulista, foi responsável pelo complexo presidiário do Carandiru. Foi eleito presidente da República em 3 de outubro de 1960, pela coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL, para o mandato de 1961 a 1965, com 5,6 milhões de votos - a maior votação até então obtida no Brasil. Apesar da campanha avassaladora, seu candidato a vice-presidente, Milton Campos perdeu a eleição para João Goulart. No dia 25 de agosto de 1961, após adotar uma série de medidas contra corrupção no governo federal, de condecorar o comunista Ernesto Che Guevara, anular as autorizações ilegais outorgadas a favor da empresa Hanna e restituir as jazidas de ferro de Minas Gerais à reserva nacional, ele apresentou uma carta de renúncia afirmando que “Forças terríveis se levantaram contra mim…”. É autor dos livros “Curso Prático da Língua Portuguesa e sua Literatura , em 1966; História do Povo Brasileiro, em coautoria com Afonso Arinos, em 1967; Novo Dicionário Prático da Língua Portuguesa, em 1976, e Quinze Contos, em (1983. Professor de Geografia no Colégio Dante Alighieri e Colégio Vera Cruz e de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
 
Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco) em 1939.
 
 
     
Nascimento:
› Campo Grande
MS
Data nasc.: 25/01/1917
Falecimento:
São Paulo
SP
Data falec.: 16/02/1992
 
João Baptista Figueiredo
 
João Baptista de Oliveira Figueiredo, geógrafo, militar e general de exército, foi o 30º presidente do Brasil, governando o País de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985 (o último presidente do período do Regime Militar) e foi ministro-chefe da Casa Militar do Brasil de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974. Ingressou na carreira política ao ser nomeado Secretário-Geral do Conselho de Segurança Nacional do governo do Presidente Jânio Quadros e, em 1964, foi integrante do movimento que culminou com o golpe militar de 1964, que depôs o então presidente João Goulart e deu início ao Regime Militar no Brasil. Comandou e chefiou várias companhias militares durante o Regime Militar, como a agência do Serviço Nacional de Informações (SNI) no Rio de Janeiro de 1964 a 1966, exerceu o comando da Força Pública de São Paulo de 1966 a 1967, do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas de 1967 a 1969 e foi Chefe do Estado-Maior do III Exército em 1969. Apontado pelo presidente Ernesto Geisel, foi candidato a presidente na eleição indireta de 1978 pelo Aliança Renovadora Nacional (ARENA), na chapa com Aureliano Chaves para vice-presidente. Teve como os adversários o general Euler Bentes Monteiro para presidente, com Paulo Brossard para vice-presidente, ambos do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Com 355 votos (61,1%) contra 226 foi eleito pelo Colégio Eleitoral. Seu mandato manteve a abertura política iniciada no governo Geisel e assinou a anistia ampla, geral e irrestrita aos políticos cassados com base em atos institucionais. Em 1980, extinguiu o bipartidarismo e em 1983 surgiu a campanha das Diretas Já, que acabaram rejeitadas no Congresso Nacional e houve a primeira eleição civil brasileira desde 1964, que decretou o fim do Regime Militar, culminando com a vitória de Tancredo Neves e José Sarney, ainda pelo Colégio Eleitoral.
 
Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e na Escola Superior de Guerra.
 
 
     
Nascimento:
› Rio de Janeiro
RJ
Data nasc.: 15/01/1918
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 24/12/1999
 
João Goulart
 
João Belchior Marques Goulart, advogado e político, era mais conhecido popularmente como Jango; foi o 24º presidente do Brasil, governando o País de 7 de setembro de 1961 a 01 de abril de 1964, quando foi deposto pelo golpe militar. Vice-presidente do Brasil por duas vezes consecutiva: de 1956 a 1959, vice de Juscelino Kubitschek de Oliveira (mais votado que o próprio presidente, em eleições em separado) e de Jânio Quadros, de 1960 a 1961. Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio de 18 de junho de 1953 a 23 de fevereiro de 1954. Ingressou na política elegendo-se deputado estadual em 1947, pelo PTB, no Rio Grande do Sul, a convite de Getúlio Vargas. Eleito deputado federal em 1950 pelo Rio Grande do Sul, licenciou-se em fevereiro de 1951 para ocupar o cargo de secretário estadual de Interior e Justiça do Rio Grande do Sul, até 24 de março de 1952. João Goulart estava em visita oficial à China quando Jânio Quadros renunciou ao mandato de presidente. Um grupo de militares tentou impedir a posse de João Goulart. Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul, deu inicio à chamada Campanha da Legalidade, exigindo a posse de Goulart. Ele contou com a ajuda do general Machado Lopes, comandante do III Exército, baseado no Rio Grande do Sul, e de uma cadeia de mais de 100 emissoras de rádio. A campanha ganhou o apoio dos governadores Mauro Borges, de Goiás, e Nei Braga, do Paraná. Por causa da intransigência dos militares, o Congresso Nacional se reuniu e adotou o Parlamentarismo, possibilitando com João Goulart tomasse posse como presidente, desde que o País fosse governado por um primeiro-ministro. Para isso, foi escolhido Tancredo Neves como primeiro-ministro e Goulart tomou posse finalmente em 7 de setembro de 1961. UM plebiscito realizado em 1962 devolveu o presidencialismo ao Brasil e João Goulart pode assumir o governo com todos os poderes presidencialistas em janeiro de 1963. Como presidente, ele propôs mudanças no País por meio de um projeto chamado Reformas de Base.
 
Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1939
 
 
     
Nascimento:
› São Borja
SP
Data nasc.: 01/03/1919
Falecimento:
Mercedes
Argentina
Data falec.: 06/12/1976
 
João III
 
D. João III, 15º Rei de Portugal, cognominado O Piedoso ou O Pio, pela sua devoção religiosa; instituiu as Capitanias Hereditárias no Brasil; assumiu o trono aos 19 anos, em 1521, com a morte do seu pai, D. Manoel I. Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, ilhas do Pacífico, China e Brasil. Durante o seu reinado foi obrigado a negociar as Molucas com Espanha, no tratado de Saragoça, adquiriu novas colonias na Ásia (Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau) e um grupo de portugueses chegou pela primeira vez ao Japão, em 1543, estendendo a presença portuguesa de Lisboa até Nagasaki. Para fazer face à pirataria iniciou a colonização efetiva do Brasil, que dividiu em capitanias hereditárias, estabelecendo o governo central em 1548.
 
 
     
Nascimento:
Lisboa
Portugal
Data nasc.: 06/06/1502
Falecimento:
Lisboa
Portugal
Data falec.: 11/06/1557
 
João Ubaldo Ribeiro
 
João Ubaldo Osório Pimentel, escritor, jornalista, roteirista e professor brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Autor dos romances Setembro não tem sentido, 1968; Sargento Getúlio, 1971; Vila Real, 1979; Viva o povo brasileiro, 1984; O sorriso do lagarto, 1989; O feitiço da Ilha do Pavão, 1997; A Casa dos Budas Ditosos, 1999; Miséria e grandeza do amor de Benedita (primeiro livro virtual lançado no Brasil), 2000; Diário do Farol, 2002; e O Albatroz Azul, 2009; os livros de contos Vencecavalo e o outro povo, 1974, e Livro de histórias, 1981; os livros de crônicas Sempre aos domingos, 1988; Um brasileiro em Berlim, 1995; Arte e ciência de roubar galinhas, 1999; O Conselheiro Come, 2000, A gente se acostuma a tudo, 2006; e O Rei da Noite, 2008; o livro de ensaios, Política: quem manda, por que manda, como manda, 1981; e os de literatura infanto-juvenil Vida e paixão de Pandonar, o cruel, 1983; A vingança de Charles Tiburone, 1990; e Dez bons conselhos de meu pai, 2011. Ocupava a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 7 de outubro de 1993 na sucessão de Carlos Castelo Branco. Recebeu o Prêmio Camões, em 2008. Ganhou o Prêmio Jabuti de 1972, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, na categoria "Revelação de Autor" e, em 1984 na categoria "Romance"; ganhou o Golfinho de Ouro, do Governo do Rio de Janeiro, em 1984. Atuou nos jornais Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, O Globo, Frankfurter Rundschau (Alemanha), Die Zeit (Alemanha), The Times Literary Supplement (Inglaterra), O Jornal (Portugal), Jornal de Letras (Portugal), O Estado de São Paulo, A Tarde e muitos outros do exteriores e nacionais. Com Glauber Rocha, editou várias revistas e jornais culturais.
 
Formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia, com mestrado em Ciência Política, na Universidade do Sul da Califórnia (University of Southern California), de Los Angeles, Estados Unidos.
 
 
     
Nascimento:
› Itaparica
BA
Data nasc.: 23/01/1941
Falecimento:
Rio de Janeiro
RJ
Data falec.: 18/07/2014
 
Joaquim Levy
 
Engenheiro e economista, Joaquim Vieira Ferreira Levy foi ministro da Fazenda do Brasil de 1 de janeiro a 18 de dezembro de 2015. Atuou no Fundo Monetário Internacional (FMI) de 1992 a 1999, nos Departamentos do Hemisfério Ocidental, Europeu I e de Pesquisa, em particular nas Divisões de Mercado de Capitais e da União Europeia. Foi vice-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e economista visitante no Banco Central Europeu de 1999 a 2000, onde exerceu atividades nas Divisões de Mercado de Capitais e de Estratégia Monetária. Secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, em 2000, No governo Fernando Henrique Cardoso, no ano de 2000; economista-chefe do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão em 2001; de janeiro de 2003 a 2006, foi secretário do Tesouro Nacional. Em 2007, foi secretário de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro, até 2010. De junho de 2010 a 2014 trabalhou na divisão de gestão de ativos do Banco Bradesco (Bradesco Asset Management), como diretor-superintendente. Formado em Engenharia Naval pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Economia pela Fundação Getúlio Vargas, em 1987 e PhD em Economia pela Universidade de Chicago, Estados Unidos, em 1992. Foto: www.istoedinheiro.com.br/resources/jpg/2/9/14 pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Levy
 
 
     
Nascimento:
› Rio de Janeiro
RJ
Data nasc.: 17/2/1961
 
Joaquim Xavier da Silveira
 
Poeta, jornalista, advogado e líder abolicionista; Formado pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1865. Seu livro "Poesias", obra póstuma, foi publicado em 1902; com destaque para os poemas "Porque Amo a Noite", "Só" e "História de Um Escravo". É nome de avenida em Santos.
 
Nascimento:
› Santos
SP
Data nasc.: 7/10/1840
Falecimento:
Santos
SP
Data falec.: 30/8/1874
 
José Carlos Vaz de Lima
 
Sociólogo, professor, advogado, sindicalista, governador do Estado de São Paulo de 8 a 11 de janeiro de 2009; deputado federal eleito em 3 de outubro de 2010, pelo PSDB, com 170.777 votos, para a Legislatura 2011/2014; presidente de 15 de março de 2007 a 15 de março de 2009 e de fevereiro a março de 1999 da Assembléia Legislativa de São Paulo e seu vice-presidente em 1997; deputado estadual desde 1995; presidente da Comissão de Cultura, Ciência e Tecnologia de 1998 a 2000 e da Comissão de Finanças e Orçamento a partir de 2001 da Assembléia Legislativa. Integrante do Conselho Curador da TV Cultura e presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais de Renda do Estado de São Paulo (Sinafresp) de 1992 a 97, secretário geral de 1990 a 91; presidente municipal do PSDB de 1994 a 2001, integrante da Comissão Executiva Nacional da Igreja Presbiteriana Independente de 1984 a 92, diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Bebedouro de 1978 a 81, professor de 1977 a 81; chefe de Gabinete do Prefeito de Bebedouro de 1977 a 80, redator na Gazeta de Bebedouro de 1975 a 80, diretor da Fundação Educacional Carlos Eduardo Pereira, São Paulo, co-autor dos livros “Reforma Tributária Possível e Necessária”, em 1992; “AFR - Legislação de Pessoal, Normas Gerais e Específicas”, em 1994 e “Mercosul e Tributação: Mercados Regionais e Globalização da Economia”, em 1995.
 
Formado em Sociologia e Filosofia em 1974, Pedagogia em 1978 e Direito em 1986.
 
Nascimento:
› Fernandópolis
SP
Data nasc.: 29/11/1952
 
José Eduardo Cardozo
 
Advogado e professor, José Eduardo Martins Cardozo, é ministro da Justiça desde 3 de dezembro de 2010; é Procurador do Município de São Paulo (licenciado); secretário municipal de Governo de São Paulo, na administração da prefeita Luiza Erundina, de 1989 e 1992; suplente de vereador na Câmara Municipal de São Paulo, para a Legislatura de 1993/1996, assumiu como titular em 1994; eleito vereador para a Legislatura de 1997/2000 e reeleito para a Legislatura 2001/2004 e presidente da Câmara Municipal de São Paulo de 2001 a 2002; eleito deputado federal em 2002 e reeleito em 2006. Foi um dos principais relatores do "Ficha Limpa", é secretário-geral nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2008. Professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Damásio Educacional.
 
Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), onde fez mestrado e doutorado.
 
 
     
Nascimento:
› São Paulo
SP
Data nasc.: 18/4/1959
 
José Luís de Almeida Couto
 
Político brasileiro do Império, foi presidente (governador) das províncias de São Paulo, de 9 de agosto de 1884 a 19 de maio de 1885, e da Bahia por duas vezes, de 1º de junho a 29 de agosto de 1885 e de 14 de junho a 14 de novembro de 1889.
 
Nascimento:
› Salvador
BA
Data nasc.: 28/10/1833
Falecimento:
Salvador
BA
Data falec.: 8/10/1895
 
José Sarney
 
José Sarney de Araújo Costa (nascido com o nome de José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa), escritor e poeta; 31º presidente do Brasil, governou o País de 15 de março de 1985 a 14 de março de 1990; senador pelo Estado do Amapá de 1991 a 2014 e senador pelo Maranhão de 1971 a 1985; governador do Maranhão de 1966 a 1971. Ocupou por quatro vezes a Presidência do Senado Federal de 1995 a 1997, de 2003 a 2005 e de 2009 a 2013. Ingressou na política em 1954, ficando na suplência de deputado federal, assumindo o mandato Câmara dos Deputados em 1955; em 1958 ingressou na UDN, elegendo-se deputado federal e reelegendo-se em 1962. Ingressou no PMDB em 1984, onde se tornou candidato a vice-presidente na chapa de Tancredo Neves para a eleição presidencial de 1985, no colégio eleitoral. Com a morte do presidente eleito, Tancredo Neves, Sarney assumiu a Presidência da República. No governo foram restabelecidas as eleições diretas para presidente, prefeito e governador; foi aprovado pelo Congresso Nacional o direito de voto dos analfabetos e foi promulgada a Constituição Brasileira de 1988 por uma Assembleia Nacional Constituinte. No campo econômico, foram implementados diversos planos de combate à hiperinflação (Plano Cruzado I e II, Plano Bresser e Plano Verão), mas todos fracassaram. Na política externa, o Brasil reaproximou-se de países comunistas (China e União Soviética), reatou relações com Cuba e estreitou laços com Argentina e Uruguai com a assinatura do protocolo do Mercosul. Atuou como jornalista dos Diários Associados; em 1973 comprou o Jornal do Dia, que transformou no atual O Estado do Maranhão, base do Sistema Mirante de Comunicação que conta com a TV Mirante (repetidora da Rede Globo) e as rádios Mirante AM e FM. Sarney é membro eleito da Academia Brasileira de Letras e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa; é autor dos livros A Pesca do Curral (ensaio), 1953; A Canção Inicial (poesia), 1954; Norte das Águas (contos), 1969; Marimbondos de Fogo (poesia), 1978; O Parlamento Necessário, 1982 (discursos, 2 volumes); Falas de Bem-Querer, 1983 (discursos); Dez Contos Escolhidos, 1985; Brejal dos Guajas e Outras Histórias, 1985; A Palavra do Presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes); Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica); O Dono do Mar (romance), 1995; Amapá, a Terra Onde o Brasil Começa, 1998 (história); A Onda Liberal na Hora da Verdade, 1999 (crônica); Saraminda (romance), 2000; Saudades Mortas (poesia), 2002; Canto de Página, 2002 (crônica); Crônicas do Brasil Contemporâneo, 2004 (2 volumes); Tempo de Pacotilha, 2004; 20 Anos de Democracia, 2005 (discursos, 2 volumes); 20 Anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos); Semana Sim, Outra Também, 2006 (crônica); A Duquesa Vale Uma Missa (romance), 2007; Maranhão - Sonhos e Realidades (romance), 2010.
 
Formado em Direito na Universidade Federal do Maranhão, em 1953.
 
 
     
Nascimento:
› Pinheiro
MA
Data nasc.: 24/04/1930
 
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