B R A S I L
 
     
   
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Quem faz História no Brasil
   
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Brasil
 
Ranieri Mazzilli
 
Pascoal Ranieri Mazzilli advogado e jornalista e político brasileiro, foi duas vezes presidente do Brasil (23º e 26º), governando o País de 25 de agosto a 7 de setembro de 1961 e de 2 a 15 de abril de 1964; nas duas vezes, assumiu a Presidência da República por ser o presidente da Câmara dos Deputados, na primeira, com a renúncia de Jânio Quadros até a posse de João Goulart, e a segunda com a deposição de João Goulart até a posse de Castello Branco. Foi presidente da Câmara dos Deputados de 1959 a 1965. Foi diretor do Tesouro Público Nacional, em 1942, secretário-geral de Finanças da Prefeitura do Distrito Federal (Rio de Janeiro) em 1946 e diretor da Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro em 1948; e chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Manuel Guilherme da Silveira, entre 1949 e 1951. Elegeu-se deputado federal por São Paulo, no PSD, em 1950, reelegendo-se em 1954 e 1958. Foi presidente da União Interparlamentar Mundial.
 
Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, em 1940.
 
 
     
Nascimento:
› Caconde
SP
Data nasc.: 27/04/1910
Falecimento:
São Paulo
SP
Data falec.: 21/04/1975
 
Rodrigo da Fonseca Magalhães
 
Foi secretário da Junta Governativa de Pernambuco em 1821 e fundou o primeiro jornal de cunho político de Recife, "A Aurora Pernambucana"; membro do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil. Ele veio para o Brasil em 1917, clandestinamente, sendo abrigado pelo general português Luís do Rego Barreto; em 1822 retornou a Portugal, onde teve intensa carreira política.
 
Nascimento:
Condeixa-a-Nova
Portugal
Data nasc.: 24/07/1787
Falecimento:
Lisboa
Portugal
Data falec.: 11/05/1858
 
Rubem Alves
 
Escritor, psicanalista, teólogo e professor; Autor dos livros infantis: A Àrvore e a Aranha, A História dos Três Porquinhos, A Libélula e a Tartaruga, A Menina, a Gaiola e a Bicicleta; A Menina e o Pássaro Encantado, A Operação de Lili, A Pipa e a Flor (publicado em 1994, foi adaptado para o teatro por Laerte Asnis), A Volta do Pássaro Encantado, Como Nasceu a Alegria, Estórias de Bichos, O Patinho que Não Aprendeu a Voar e Os Morangos. Também é autor dos livros de Educação: Conversas com Quem Gosta de Ensinar, Histórias de Quem Gosta de Ensinar, A Alegria de Ensinar, Por uma Educação Romântica, Entre a Ciência e a Sapiência, Filosofia da Ciência, Fomos Maus Alunos, A Pedagogia dos Caracóis, A Escola Com que Sempre Sonhei Sem Imaginar que Pudesse Existir. Também escreveu os livros de Teologia: Da Esperança, Creio na Ressurreição do Corpo, Variações Sobre a Vida e a Morte; Poesia, Profecia e Magia; Pai Nosso; e O Poeta, o Guerreiro e o Profeta; de Filosofia: O Enigma da Religião, O que é Religião?, Protestantismo e Repressão, Dogmatismo e Tolerância, O Suspiro dos Oprimidos e Perguntaram-me se Acredito em Deus; de Crônicas e Meditação: Tempus Fugit, O Retorno e Terno, O Quarto do Mistério, Sobre o Tempo e a Eterna Idade, As Contas de Vidro e o Fio de Nylon, Desfiz 75 Anos, Ostra Feliz Não Faz Pérola e Transparências da Eternidade, e a biografia: Gandhi: A Magia dos Gestos Poéticos. Alguns dos seus livros foram traduzidos para o inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e romeno. Foi fundador da reflexão sobre uma teologia libertadora, que ficou conhecida como Teologia da Libertação; ele via no Humanismo um messianismo restaurador e assim, desde os anos 60 participou do movimento latino-americano de renovação da teologia.
 
Formado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, com mestrado em Teologia e doutorado em Filosofia (Ph.D.) pelo Seminário Teológico de Princeton, Estados Unidos.
 
 
     
Nascimento:
› Boa Esperança
MG
Data nasc.: 15/09/1933
Falecimento:
Campinas
SP
Data falec.: 19/07/2014
 
Rubem Fonseca
 
José Rubem Fonseca, escritor e roteirista; autor dos romances O Caso Morel, de 1973; A grande arte, de 1983; Bufo & Spallanzani, de 1986 ( adaptado para o cinema por Flávio R. Tambellini, em 2001). Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos, de 1988; Agosto, de 1990 (virou minissérie na TV Globo em 1993; O Selvagem da Ópera, de 1994; O Doente Molière, de 2000; Diário de um Fescenino, de 2003; Mandrake, a Bíblia e a Bengala, de 2005; O Seminarista, de 2009; e José, de 2011. Autor dos livros de contos: Os prisioneiros, de 1963; A coleira do cão, de 1965; Lúcia McCartney, de 1967 (adaptado para o cinema com o título Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa, em 1971, com direção de David Neves); Feliz Ano Novo, de 1975; O cobrador, de 1979; Romance negro e outras histórias, de 1992; O buraco na parede, de 1995; Histórias de amor,1997; A confraria dos espadas,1998; Secreções, excreções e desatinos, 2001; Pequenas criaturas, de 2002; Ela e outras mulheres, de 2006; Axilas e Outras Histórias Indecorosas, 2011; e Amálgama, de 2013. • Ganhador dos prêmios Coruja de Ouro pelo roteiro de Relatório de Um Homem Casado, filme dirigido por Flávio Tambellini; do Kikito de Ouro do Festival de Gramado, pelo roteiro de Stelinha, filme dirigido por Miguel Faria Jr., da Associação Paulista de Críticos de Arte pelo roteiro de A Grande Arte, filme dirigido por Walter Salles Jr.; e do prêmio Correntes de Escrita, em 2012, em Póvoa de Varzim, Portugal, e do Prêmio Camões, em 2003. Lecionou Psicologia na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
 
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e em Administração de Empresas na New York University, nos Estados Unidos.
 
 
     
Nascimento:
› Juiz de Fora
MG
Data nasc.: 11/05/1925
 
Ruy Barbosa
 
Polímata, foi político, jurista, orador, diplomata, filólogo, tradutor, escritor e jornalista, Ruy Barbosa de Oliveira, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL), cadeira nº 10, e seu presidente de 1908 a 1919, foi um dos líderes da Proclamação da República e co-retador da primeira Constituição da República, ministro da Fazenda (o primeiro da República) de 15 de novembro de 1889 a 21 de janeiro de 1891 (ver referências sobre a Política do Encilhamento) e ministro da Justiça em 1889. Candidato a presidente da República em 1910 (perdeu para o marechal Hermes da Fonseca), lançando a realizando a “campanha civilista”; em 1914 (desistiu do pleito) e em 1919, contra Epitácio Pessoa. Deputado provincial em 1878; deputado geral em 1878 a 1884; destacou-se em 1881 na elaboração da Reforma Eleitoral ( voto direto), elaborando diversos pareceres sobre problemas do ensino entre 1882 e 1883 e sobre a escravidão. Senador de 1890 a 1921. Considerado rebelde pela Monarquia, exilou-se em 1893, em Buenos Aires, Lisboa, Paris e Londres (escrevendo opiniões sobre fatos e coisas da Europa nos jornais brasileiros (“Cartas de Inglaterra”). Retornou ao Brasil em 1885. Na campanha da República defendia o regime federativo e a industrialização, tornando-se plano desenvolvimento econômico denominado Encilhamento. Em 1907, aceitou o convite do Barrão do Rio Branco, então ministro do Exterior, para representar o Brasil junto à segunda Conferência de Paz, em Haia, na Holanda. Integrou a Corte Permanente Internacional de Justiça, em 1920; participou da elaboração do projeto do Código Civil e como advogado teve atuação magistral junto Supremo Tribunal Federal (uma de suas atuações foi na consecução dos primeiros habeas-corpus no país). Como jornalista, iniciou carreira como colaborador do Diário da Bahia, defendendo a abolição da escravidão. Ganhou notoriedade ao publicar tradução do livro “O Papa e o Concílio”, obra de 1869, de Janus (Johann Joseph Ignaz von Dollinger) sobre o dogma da infalibilidade do papa (um libelo contra a situação no Brasil ante a chamada Questão Religiosa - 1877). Entre suas obras publicadas, destacam-se “O Elogio de Castro Alves” (1881), “José Bonifácio” (1887), “Swift” (1887), “Visita à Terra Natal” (1893), “Cartas de Inglaterra” (1896), “Parecer sobre a redação do Código Civil Brasileiro” (1902), “Réplica” (1903), “Discursos e Conferências” (1907), “Oração Fúnebre a Machado de Assis” (1908), “Anatole France” (1909), “Oswaldo Cruz” (1917), “Cartas Políticas e Literárias” (1919), “Oração aos Moços” (1920), “Queda do Império” (1921) e “Oração de Apóstolo” (1923). Um município na Bahia, com cerca de 30 mil habitantes, leva o seu nome; é nome de rua e praças em quase todas as cidades. brasileiras.
 
Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, São Paulo, em 1870.
 
 
     
Nascimento:
› Salvador
BA
Data nasc.: 5/11/1849
Falecimento:
Petropolis
RJ
Data falec.: 1/3/1923
 
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